Texto tirado do blog da sapa.
A Princesa e a Sapa!
Em um reino muito longe em uma ilha com dois Ls perto da cidade de Sapolândia, nasce uma linda princesa de cachinhos tão escuros quanto à noite e pele morena. No dia de seu nascimento, sua mãe a rainha desse reino, recebe a visita de uma Drag Queen Madrinha que entrando em seus aposentos lhe diz: “quando essa menina completar 20 anos, vai estar sozinha e a profecia se realizará, ela passará por uma mudança muito louca! Ui! Fui!”.
A rainha aflita e confusa com aquela visita estranha, resolve criar a filha com total proteção, para que ela nunca fique sozinha e aonde a menina vai a rainha vai atrás ou manda uma criada estar sempre ao seu lado, nunca deixa que a menina fique sozinha.
Ela cresce, rodeada de carinho e muita atenção, corre pelos campos e volta para o castelo sempre meio suja de rolar na grama e subir em árvores e claro, sempre acompanhada das criadas.
Então, chegando o dia de completar seus 20 anos a rainha resolve fazer uma mega festa, convidar todos os príncipes da região, acreditando que a filha se casaria breve e nunca mais ficaria sozinha, fazendo com que a tal mudança nunca aconteça.
No dia da festa, a rainha toda animada, manda a filha se arrumar, manda fazer um lindo vestido azul da cor do mar. A princesa se arruma e fica linda toda enfeitada com jóias e com seus cabelos cacheados presos em sua coroa.
Começa a festa, chegam os convidados todos sendo anunciados pelo criado e todos os rapazes muito bonitos, mas a princesa estava entediada... Só olhava para fora e queria ver a lua, sair daquela festa que para ela estava tão chata. Até que no badalar das 23:55h, horário exato de seu nascimento, a princesa vendo que as criadas estavam distraídas e a mãe dava total atenção para os convidados, sai discretamente da festa em direção a uma das varandas do castelo. Chegando lá fora ela finalmente vê a lua e fica sozinha por alguns instantes. Eis que num pequeno e rápido instante, cai uma sapa bem em cima de sua cabeça. Ela se assusta pula para um lado se batendo e a sapa, cai do outro lado atordoada com a queda. A princesa então consegue ver o que a atingiu e grita: “Aiiii... um sapo!”. A sapa assustada quase se recuperando do tombo grita “Que nojo, um sapo! Onde?”
Um pouco mais calma, mas ainda assustada a princesa pergunta: “você fala? Sapo!”. E a sapa fica com cara de ué e pensa: “com quem essa louca ta falando?”. Depois de alguns instantes a sapa vira e fala: “Você ta falando comigo?”. E a princesa assustada responde: “Sim, com você sapo!”. A Sapa então se enfeza e fala: “ta achando que eu sou sapo? Você ta muito louca? Não esta vendo que eu sou uma sapinha? Olha o respeito ae ô!”. A princesa ainda passada olhando para a sapa diz: “Nossa você fala!”. E a sapa imitando a princesa, irônica diz: “Noooosssaaaaaaaaaaa eu falo!”. As duas então começam a conversar e se divertem muito juntas apesar dos sustos, a sapa toda engraçada faz caras e bocas e a princesa fica encantada por ela, dá muita risada e sente que nunca se divertiu tanto com alguém em toda a sua vida. Mas, a conversa não dura muito, a rainha percebendo que a filha não estava no salão da festa, manda as criadas encontra-la, aflita começa a se preocupar lembrando da tal profecia. Então, logo a princesa começa a ouvir chamá-la e volta-se para dentro do castelo, em seguida olha a sapa e diz que precisa ir, sai correndo para dentro do castelo.
No dia seguinte, a princesa acorda e antes mesmo da criada ir chamá-la para o café da manhã com a mãe, se levanta e corre para a varanda, ansiosa em ver aquela sapinha novamente, mas chegando na varanda, nada encontra. A sapa havia sumido de lá. Fica triste, volta para seu quarto, cabisbaixa e a criada vai chamá-la, ela então se arruma e vai ao encontro de sua mãe.
Ao chegar no salão de café da manhã, surpreende-se com a rainha conversando com um rei de outro reinado próximo da ilha com dois Ls, era o rei Machocho A princesa acha estranho, nunca viu sua mãe com visitas, logo pela manhã. A rainha então, a vê e chama para ir a seu encontro, apresentando a princesa para o rei. Eles tomam o café da manhã, o rei sempre muito simpático fica encantado com a princesa e diz para a rainha que concorda com muita felicidade, na união dos dois. A princesa fica pensativa, não entende o que aquele senhor faz ali, mas esta mais preocupada em encontrar sua nova amiga e nem se dá conta, que sua mãe esta armando um casamento para ela. Passa o dia todo e a princesa triste, não quer mais correr pelos campos e acaba ficando trancada no castelo o dia inteiro, as criadas estranham o jeito da princesa e correm para contar a rainha, que fica com medo daquele sumiço da filha ter algo a ver com isso. A rainha então, resolve mandar um recado para o rei Machocho a fim de marcar logo a data do casamento.
Passa o dia todo e a princesa meio tristonha vai se deitar, a rainha então vai até seu quarto, para tratar da data do casamento da filha, que recebe a notícia com espanto e diz a mãe que não quer se casar, mas a rainha ignora sua resposta e sai sorrindo do quarto falando para a filha que ela mudará de idéia, assim que conhecer o jovem príncipe. A princesa então, antes de se deitar, olha para a janela, pensa novamente na sapinha desaparecida e começa a achar que ela não passa de um fruto de sua imaginação.
Pega no sono e quando esta dormindo, ouve um barulho estranho, se assusta e acorda, sai andando pelo quarto em direção à janela, quando olha para fora e vê novamente a lua, ela avista a sapinha, tentando escalar todo o muro do castelo, até chegar na sua janela, mas a sapa cai e volta novamente, causando um certo barulho. A princesa sorrindo achando graça daquela tentativa de uma sapinha de subir na parede do castelo, então decide sussurrar para a sapa: “xiu, assim você acorda o reino todo!”, a sapa olha para ela e sorri dizendo: “não consigo chegar ai, ainda não me acostumei com essa coisa de pular”. A princesa acha aquilo engraçado, procura um lençol comprido e joga para a sapa se apoiar. A sapa sobe no lençol e a princesa começa a puxar, chegando perto da janela a princesa não agüenta mais segurar o lençol com a sapa, ela estava um pouco gordinha, então a sapa resolve tentar pular, nesta hora caem as duas para dentro do quarto, fazendo o maior barulho e dão muita risada.
Uma criada acorda e vai ver o que esta acontecendo, as duas então ficam em silêncio, a criada bate na porta do quarto perguntando se esta tudo bem e a princesa responde com voz de sono: “sim, tudo bem por aqui... Vá dormir”. A criada sai e as duas passam a noite toda conversando. A princesa pergunta pq a sapa não apareceu o dia todo e a sapa diz: “Isso é uma longa história, estou com alguns problemas, na verdade estou fugindo, mas só posso vir te ver a noite”. A princesa não entende, mas esta tão feliz com a companhia da sapinha que nem liga. Elas então resolvem que vão se ver todas as noites. Chega quase de manhã e a sapa diz: “Tenho que ir!” A princesa fica triste, não quer que ela se vá, mas a sapa ouve o cantar do galo, anunciando o dia e sai agora pulando pela janela, sumindo na relva do castelo.
Passam alguns dias e durante todas as noites desses dias a sapa cumpriu o combinado, vai ao encontro da princesa em seus aposentos.
A princesa começa a sentir mais e mais vontade de estar com a sapinha, só pensa nela o dia inteiro, às vezes estranha, acha que não deveria pensar tanto em um sapo, mas não consegue evitar. A rainha vendo que a filha passa os dias suspirando, acredita que é por causa do noivo o príncipe, e resolve anunciar o casamento para todo o reino da ilha com dois Ls.
No dia anterior ao casamento, a princesa está triste, a sapa chega como de costume em seus aposentos e a vê chorando, chega perto e pergunta o que esta acontecendo. A princesa então conta que a mãe marcou seu casamento para o dia seguinte. A sapa simplesmente se senta ao lado da princesa e ambas ficam ali, cabisbaixas e muito tristes. Neste momento, começa a ventar muito forte, todos estão dormindo e não conseguem ver, mas a princesa e a sapa vêem, eis que a janela se abre com o vento e quando a princesa vai fechar a janela, caem purpurinas em sua cabeça e surge a Drag Queen Madrinha. A princesa se assusta, dá um pulo para trás a sapa coacha e arregala os olhos. A Drag Queen Madrinha então se apresenta e pede que ambas fiquem calmas. Pergunta: “Que foi mona? Pq essa choradeira de cortar o coração?”. A princesa então conta para a Drag o que esta acontecendo e a Drag diz: “mas, qual o rap? O bofe é tudo de bom! Não?”. E a princesa diz: “ele não é feio, mas não quero me casar com ele, estou apaixonada por outra p...”. E para de falar olhando para a sapa. A sapa toda assustada ainda com aquele mar de purpurinas, fica quietinha no canto do quarto. A Drag então, percebe o que esta acontecendo, lança purpurinas sobre as duas e diz: “A maldição que o padrasto fez, se desfaz com o amor verdadeiro! Ai! Adoro essa parte!”. E some como veio, com o vento e muita purpurina. As duas ficam ali, sem entender nada. Então começam a conversar. A princesa confessa que esta sentindo algo mais forte do que uma simples amizade pela sapinha e a sapa com essa confissão, resolve contar sua história para a princesa.
A sapa diz: “Há algum tempo atrás, antes mesmo de te conhecer, eu era uma princesa, minha mãe havia falecido e eu fui morar com meu padrasto que também era feiticeiro, ele era muito amoroso comigo, mas por algum motivo, começou a me maltratar, logo após a morte de minha mãe”. A princesa fica passada, não sabe mais no que acreditar, e pede para que a sapa continue a história. A sapa então continua, dizendo: “Meu padrasto descobriu que eu não me interessava por homens eu só queria saber de brincar pelos campos e subir nas árvores, ele marcou um casamento para mim também, mas eu briguei e não me casei, neste dia, ele me transformou nessa sapa que você esta vendo e me mandou para a Sapolândia, dizendo que lá era o meu lugar, foi fugindo de uma sapinha até jeitosa, mas meio abusada que eu vim parar na sua cabeça no dia que nos conhecemos”. A princesa então começa a entender, os dizeres da Drag Queen Madrinha e pensativa, diz: “Então, o nosso amor é verdadeiro e eu posso tira-la dessa situação!”. A sapa não entende no começo, depois começa a pensar e acompanha as idéias da princesa, mas as duas ficam ali, juntas sem saber o que fazer, até que a sapa diz: “Perae! Se em todo conto de fadas a princesa tem que ser beijada, ou beijar o sapo, deve ser isso que a gente tem que fazer, apesar de eu não ser sapo”. A princesa pensa e diz: “tah, mas convenhamos que aquilo que saiu daqui não é nenhuma fada e essa história esta meio estranha”. A sapa então diz: “Bem, o não, a gente já tem, vamos tentar?”. Então a princesa fecha os olhos e beija a sapinha, uma linda luz surge durante o beijo, sinos tocam, purpurinas caem e ambas adormecem ali mesmo. Após um tempo a sapinha acorda, cuspindo purpurinas que caíram em seu rosto, e fala: “Cacete isso é pq é uma história de lésbicas, imagine se fosse de gays”. Ela então olha ao lado e lá esta a sua princesa dormindo, vai acaricia-la e quando olha para a sua mão, se assusta e começa a pular de felicidade. Ela havia voltado a ser como antes, voltou a ser uma bela princesa! Acorda sua amada, que percebendo aquilo, estranha, se assusta, toca no rosto da sapa, chama por ela e diz: ”É você mesma?” A sapa confirma e a princesa olhando em seus olhos, agora castanhos e sua face branca, com os cabelos curtos e uma boca carnuda, fala: “Caraca! Você ficou show!” As duas então felizes se amam a noite toda.
Na manhã seguinte, a rainha vem chamar a filha logo cedo, entra sem bater e ao abrir as cortinas do quarto, deixa que a luz do sol entre acordando a filha, a princesa levanta a cabeça com a cara meio amassada e a mãe toda feliz, diz: “Vamos filha, acorde esse é o seu dia!” Mas, na seqüência dos acontecimentos a sapinha também tira seu rosto de mulher, debaixo dos lençóis e a rainha fica petrificada. A princesa então diz: “Pois é mãe, profecias sempre se realizam”.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Era uma vez...um casal, uma bandeira
Hoje acordei assim, será que ela vem?! Ou será que, mais uma vez esperarei pelo nada e passarei mais um dia de minha longa vida sem ve-la,toca-la,senti-la proxima de meu corpo.
Mas não, o que mais anciava,desejava, sonhava mesmo, enfim aconteceu.
Nos encontramos, nos vimos em meio a multidão, entre corações apreensivos e pensamentos do tipo:
- Cade ela, será que vem, será que foi embora...?
Fomos pra casa, e entre mãe e irmã, que tarde alegre eu a olhava admirda por ela estar lá comigo , por estar no meu espaço, eu a admirava pensando e repetindo:
- Como e lindo meu amor!!
Assim como nos encontramos, nos despedimos, enrolei o maximo para este finalmente , até que em pedaço do caminho bem no começo mesmo, ela disse:
- Posso te tocar?
Eu respondi já pegando em sua cintura:
- Nem deve perguntar uma coisa destas e sim já ir fazendo.
- Mas vai saber , tem gente que não gosta que toque ou aproxima-se quando está perto de sua casa...
- Amor, eu respondi, levanto a bandeira , a favor que todos temos e devemos como qualquer outro casal expressar nosso amor por quem quer que seja, homem ou mulher. ( no nosso caso mulher com m maiusculo).
Chegando ao ponto final, o mais crucial de nosso caminho de volta a nossas casas, ela ainda disse :
-Aqui todos me conhecem.
Imaginem minha linda expressão, mas deixando isto de lado voltei pra casa, após tomar um big sorvete pra vamos dizer ..." esfriar " , chego em casa e leio um texto bem interessante dizendo exatamente o que penso:
Nossa pulei da cadeira, quando li este pequeno texto , extraido de um livro , que apenas estava lendo por um acaso, pensando em compra-lo. ( sim decidi comprar na mesma hora).
Foi e é exatamente o que penso sobre nós homossexuais, por que esconder ou nos reprimir achando que temos que nos refugiar, ou achar que os outros ( heteros) irão reclamar, dizer, pensar e /ou nos ofender.
Pera ai, se vivemos num pais democrático que mesmo ainda com alguns empecilhos, acreditarmos ou acharmos que não podemos ou devemos mesmo expressar nosso amor por alguem que seja do mesmo sexo que o nosso, acho que estamos sim completamente enganados.
Que estamos simplesmente negando nosso modo de ser e/ou gostar de alguem, não quero dizer que temos , que sair por ai beijando a todos agarrando mostrando explicitadamente o que fazemos com o outro em nossos quartos.
Estou sim querendo dizer que nosso amor deve ser mostrado e sim visto como um relacionamento comum que sai do armario, das quatro paredes de nossos quartos e passe por todos os lugares.
Que possamos sim dizer de boca cheia que temos um relacionamento homossexual sadio, comum, por que não né,( afinal trabalhamos , estudamos...) e claro com consciência de que somos ou são duas pessoas maduras que sabem bem o que querem e gostam.
Mas não, o que mais anciava,desejava, sonhava mesmo, enfim aconteceu.
Nos encontramos, nos vimos em meio a multidão, entre corações apreensivos e pensamentos do tipo:
- Cade ela, será que vem, será que foi embora...?
Fomos pra casa, e entre mãe e irmã, que tarde alegre eu a olhava admirda por ela estar lá comigo , por estar no meu espaço, eu a admirava pensando e repetindo:
- Como e lindo meu amor!!
Assim como nos encontramos, nos despedimos, enrolei o maximo para este finalmente , até que em pedaço do caminho bem no começo mesmo, ela disse:
- Posso te tocar?
Eu respondi já pegando em sua cintura:
- Nem deve perguntar uma coisa destas e sim já ir fazendo.
- Mas vai saber , tem gente que não gosta que toque ou aproxima-se quando está perto de sua casa...
- Amor, eu respondi, levanto a bandeira , a favor que todos temos e devemos como qualquer outro casal expressar nosso amor por quem quer que seja, homem ou mulher. ( no nosso caso mulher com m maiusculo).
Chegando ao ponto final, o mais crucial de nosso caminho de volta a nossas casas, ela ainda disse :
-Aqui todos me conhecem.
Imaginem minha linda expressão, mas deixando isto de lado voltei pra casa, após tomar um big sorvete pra vamos dizer ..." esfriar " , chego em casa e leio um texto bem interessante dizendo exatamente o que penso:
No entanto a maioria dos gays e lésbicas do nosso país ainda prefere viver segregada. A facilidade que o gay tem para esconder a orientação sexual da família, no ambiente de trabalho e no espaço público, faz com que exista uma falsa impressão de que é plenamente acolhido pela sociedade quando de fato esse abrigo é bem meia-boca: tudo bem, pode ser lésbica, mas não beije sua namorada num shopping center...
Você pode achar que passa sua vida numa boa sem beijar sua queridona num shopping, mas isso é sim segregação. A ocupação do espaço público é importantíssima para qualquer pessoa. É em público que encontramos os outros cidadãos que compõem nossa sociedade e, se queremos fazer qualquer coisa na vida que não seja entre as quatro paredes do nosso quarto, é no espaço público que iremos trabalhar para melhorar, entreter e transformar o mundo ? nossa volta.
Por isso é necessário que os homossexuais ocupem o espaço público de maneira honesta e franca porque se deixarmos todo nosso poder de sedução trancados no armário, além de parecermos tolos, mal amados e assexuados, estaremos privando a sociedade da nossa valiosa contribuição como cidadãos.
Nossa pulei da cadeira, quando li este pequeno texto , extraido de um livro , que apenas estava lendo por um acaso, pensando em compra-lo. ( sim decidi comprar na mesma hora).
Foi e é exatamente o que penso sobre nós homossexuais, por que esconder ou nos reprimir achando que temos que nos refugiar, ou achar que os outros ( heteros) irão reclamar, dizer, pensar e /ou nos ofender.
Pera ai, se vivemos num pais democrático que mesmo ainda com alguns empecilhos, acreditarmos ou acharmos que não podemos ou devemos mesmo expressar nosso amor por alguem que seja do mesmo sexo que o nosso, acho que estamos sim completamente enganados.
Que estamos simplesmente negando nosso modo de ser e/ou gostar de alguem, não quero dizer que temos , que sair por ai beijando a todos agarrando mostrando explicitadamente o que fazemos com o outro em nossos quartos.
Estou sim querendo dizer que nosso amor deve ser mostrado e sim visto como um relacionamento comum que sai do armario, das quatro paredes de nossos quartos e passe por todos os lugares.
Que possamos sim dizer de boca cheia que temos um relacionamento homossexual sadio, comum, por que não né,( afinal trabalhamos , estudamos...) e claro com consciência de que somos ou são duas pessoas maduras que sabem bem o que querem e gostam.
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